Domingo, 22 Outubro 2017 10:21

Em busca de uma fé profunda

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mulher cananeiaMuitas vezes se diz - e com razão - que Jesus é o herói de todo texto da Escritura. Contudo, quando o encontramos pela primeira vez em Mateus 15:26, Jesus parece tudo menos heróico. Em vez disso, parece que ele está falhando em ser missionário, e sendo totalmente rude no processo. Considere o contexto: [1] Jesus, no "distrito de Tiro e Sidom" (Mt 15:21), é abordado por "uma mulher cananéia" (v. 22) - uma oportunidade perfeita para o testemunho do evangelho transcultural. A mulher implora a Jesus que cure sua filha, que é "severamente oprimida" por um demônio (v. 22). Quem poderia recusar tal pedido? A mãe perturbada dirige-se a Jesus com títulos que demonstram respeito, consciência de sua herança judaica e confiança em seu poder: "Tem misericórdia de mim, ó Senhor, Filho de Davi" (verso 22). A resposta de Jesus é silêncio pedregoso; Ele não lhe fala "uma palavra" (v. 23). Quando os discípulos pedem a Jesus para mandar a mulher para longe, ele diz, em essência: "Eu estou aqui apenas para os israelitas necessitados". Ele procura as ovelhas perdidas de Israel (v.24), mas nem mesmo se incomodará em dizer a um gentio para dá o fora. Quando a mulher persiste em seu pedido, Jesus diz nosso verso: "Não é correto tomar o pão dos filhos e jogá-lo aos cães" (v. 26) - animais com associações esmagadoramente negativas nas Escrituras e na cultura judaica. [2] Se um líder cristão falasse tais palavras hoje, recomendaríamos que ele fizesse um trabalho de reabilitação em apologética e cuidado pastoral, e poderíamos começar a questionar sua aptidão para o ministério. O que, então, devemos fazer da resposta de Jesus à mulher cananéia? Marcando as opções Interpretações se dividem em três categorias. O primeiro procura mitigar a dureza do versículo 26. Por exemplo, alguns vêem o versículo como uma simples reafirmação do ponto de Jesus de que o foco de seu ministério está em Israel. Outros sugerem que o termo diminutivo de Mateus kunarioi , "cães pequenos", tem um tom positivo, talvez até mesmo afetuoso. No entanto, esta abordagem fracassa. As respostas de Jesus intensificam-se à medida que a história se desenvolve, passando do silêncio para uma ênfase (falada aos discípulos) sobre os beneficiários apropriados de seu ministério, a uma negação explícita (falada diretamente à mulher) de que o kunarioi deveria estar entre os beneficiários. E a descrição de Mateus da mulher como "cananeita" evoca antiga animosidade entre Israel e seus vizinhos gentios. Dado esse contexto, Uma segunda abordagem leva a linguagem de Jesus para revelar seu sexismo e racismo profundamente arraigados, com a corajosa fé da mulher confrontando o fracasso de Jesus. [3] Além do ensinamento claro de Mateus de que Jesus é Deus encarnado (Mateus 1:23; 28: 18-20), três fatores argumentam contra tal interpretação.

     Primeiro, o leitor atento lembra que a genealogia de Jesus inclui duas mulheres cananeus, Rahab e Rute (Mateus 1: 5). [4] Isso indica que os propósitos de Deus - e, portanto, a atitude de Jesus - transcendem os preconceitos da antiga cultura israelita.

Segunda, 15 Maio 2017 22:30

Quinta carta: Eu e meu

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  1. Quem somos
  2. Declaração de fé
  3. Onde estamos
  4. Luciano Silva
Primeiramente, Missões 20:20 não se refere a algum tipo de denominação religiosa, apenas faz referência ao capítulo 20 e versículo 20 do livro de Atos, o qual expressa claramente nossa missão como igreja do Senhor empenhada em obedecer a ordem de ir e testemunhar a todos do Evangelho de Jesus, publicamente e de casa em casa. Como parte da igreja do Senhor, nos reunimos na simplicidade, de casa em casa. Naturalmente a casa em si não diz respeito a um lugar padrão de reuniões e encontros, afinal não estamos limitados a um local, mas com toda a certeza o lar representa um lugar onde é possível desenvolver comunhão real, além de que não temos custo algum, logo não precisamos atribuir despesas sobre os irmãos. Resumindo, somos irmãos que amamos Jesus e o temos por única autoridade sobre todos, praticando nossa fé fora do arraial das tradições e religiosidades inventadas por homens.
- Cremos que Jesus, o Cristo, é o único capaz de nos fazer aceitos diante de Deus, uma vez que por nossa natureza seríamos, com justiça, completamente condenados. - Cremos que Jesus é o único detentor da autoridade sobre a igreja, autoridade esta que jamais foi delegada a qualquer outro. - Cremos que se alguém, ao olhar para si mesmo, não reconhece sua natureza depravada, jamais será capaz de entender o sacrifício de Jesus. - Cremos que sem o arrependimento sincero não há novo nascimento ainda que a pessoa tenha se submetido ao ato público do batismo. - Cremos que o batismo é a expressão externa de algo que já aconteceu interiormente. - Cremos no partir do pão, em memória do Senhor, não como um ritual que santifica elementos, mas como a expressão profética por meio da vida compartilhada, da comunhão real e da fé comum entre irmãos. - Cremos na inutilidade das discordâncias com base nas diversas interpretações teológicas que servem apenas para nos afastar da unidade. - Cremos que somos estrangeiros neste mundo, logo não nos deixamos envolver por ele além do que for extremamente necessário. - No mais, cremos que se estivermos nEle, mas Ele não estiver em nós, nada do que façamos terá algum valor para com o Seu reino.
Como parte da igreja do Senhor, nos reunimos em Balneário Piçarras - Santa Catarina. Pessoalmente temos comunhão com irmãos que residem em Itajaí, Balneário Camboriú, Camboriú e Joinville. Atualmente por todo o mundo há irmãos vivendo na simplicidade, fora de denominações e tradições de homens. Para encontrar irmãos em sua localidade acesse o link: Irmãos pelo Brasil
Eu sei, alguns devem ter achado estranho encontrar um link exclusivo com o meu nome. Bom, o que acontece é que me vejo quase que obrigado a esclarecer algumas coisas, e tenho boas razões para isso. Vamos lá... Você, visitante do site, vai perceber que uma boa parte de tudo o que encontrará por aqui será assinado por mim. Livros, artigos, músicas etc... Bom, eu sou o idealizador, programador e administrador deste site(isso tem custado boa parte dos meus dias, mas cada telefonema ou email que recebo de algum irmão de algum lugar faz valer muito a pena)no entanto, eu não sou algum tipo de líder, não sou um pastor aqui e tão pouco ocupo qualquer posição superior diante dos meus irmãos(até porque tal mentalidade não se cria entre nós, ou pelo menos não deveria), apenas o que faço alcança uma visibilitade maior, é só isso. Saiba que o que você lê aqui, que de alguma maneira edifica a sua vida, não seria possível sem a minha comunhão entre meus irmãos, aprendendo juntos com o Senhor, enfim... eu acabei me tornando apenas o publicador das lições aprendidas. Deus abençoe.

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